Parece que o site do Jardim Zoológico de Lisboa é só para alguns. Neste caso, apenas para os que utilizem o browser Internet Explorer da Microsoft.
Chegam ao ponto de nem sequer permitir a consulta ao site, mesmo que desformatado!
Assim, para quem tenha o Internet Explorer o site é http://www.zoo.pt/
Para quem não o tenha (ou não o use) é http://www.zoo.pt/bloqueio.html
Para os utilizadores de Internet Explorer que queiram ter a sensação do que é estar desalinhado com estas coisas de mau webdesign, aqui fica a página:
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Os bloggers que queiram experimentar aplicações alternativas para facilitar a escrita nos seus blogs, nomeadamente através de escrita offline ou por plugin de Firefox, podem dar uma vista de olhos na lista compilada pela Smashing Magazine.
Quem usar o Firefox para navegar na Internet e quiser aceder a uma página de configuração avançada deste browser, deve escrever:
about:config
na barra de endereço.
ATENÇÃO: Isto apenas deve ser feito por quem saiba o que está a fazer!!
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O wowlab é um estúdio japonês com trabalhos muito bons nas área de news media como a arte interactiva e o design de interfaces. No seu canal do youtube é possível ver alguns vídeos com vídeos de motion e instalações que realizaram em vários locais.
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O site 360cities.net utiliza uma interface em Flash para mostrar diversos locais da cidade de Praga numa perspectiva de 360º. Além disso, através da utilização da API Google Maps permite-nos ver no mapa os locais em questão.
Para os mais interessados nestas coisas do Google, podem ainda ter uma ideia de como correu a Google I/O deste ano. A página do evento é http://code.google.com/events/io/.
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Deixo aqui os links para 3 das melhores apresentações que vi:
- Joshua Davis, na área da «arte digital»;
- Bestiario.org, no campo da visualização de dados;
- Group 94, webdesign quase religiosamente em Flash. Para os interessados: estão em processo de recrutamento.
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Para quem não teve oportunidade de estar presente, aqui ficam as imagens.
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Fundado por funcionários do Google e YouTube, este site pretende ser um manual de instruções em vídeo (e não só) de tudo o que se possa imaginar, desde mudar um pneu, aprender a fazer malabarismo ou encenar uma doença…
Como seria de esperar, está aberto a contribuições de qualquer pessoa, escrevendo manuais de instruções ou mesmo fazendo os vídeos.
Chama-se Howcast e abrange áreas tão variadas como comida, artesanato, desporto, saúde, ambiente, entre outros.
Este é um post dirigido essencialmente aos programadores, à excepção dos mais fundamentalistas, que vão achar este texto uma aberração.
Resolvi pegar no post do Jeff Atwood «Nobody Cares What You Code Look Like», que foca principalmente o caso do Bugzilla, para dissertar um pouco sobre como se classifica habitualmente a qualidade do código.
Naturalmente, é verdade que o código deve ser modular, bem comentado, precaver potenciais erros com captura de excepções e prevenir desenvolvimentos futuros nos seus modelos de construção.
Se falarmos de HTML, por exemplo, é óbvio que devemos evitar as tabelas e construir páginas com div’s, por todas as razões e mais algumas.
Contudo, a verdade é só uma: apenas a funcionalidade e o aspecto são importantes.
A funcionalidade, ou a usabilidade, porque faz com que uma aplicação seja fácil e intuitiva de se usar e, mais do que isso, útil. Hoje em dia se calhar é isso que faz as pessoas usarem mais o Gmail do que o Hotmail, para além das razões históricas.
Por outro lado, temos o buzz do momento, o Facebook, que muitos apregoam ser a próxima bolha a rebentar, mas que representa uma aplicação (quase mash-up) muita fácil de usar, tal como o é o WordPress, utilizável por qualquer pessoa para construir um blog quase sem ter quaisquer conhecimentos de programação e destas coisas da web.
Muitos outros exemplos se poderiam dar de como ser bonito e/ou fácil de usar é muito mais importante do que ter milhentas funcionalidades super interessantes para meia dúzia de geeks ou cumprir os mais rigorosos requisitos do bem programar.




