Este é um pequeno truque para usar o Google para conversão de unidades monetárias.
Por exemplo, para converter 20Euros em Reais brasileiros, basta escrever na pesquisa do Google o seguinte texto:
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O site 360cities.net utiliza uma interface em Flash para mostrar diversos locais da cidade de Praga numa perspectiva de 360º. Além disso, através da utilização da API Google Maps permite-nos ver no mapa os locais em questão.
Para os mais interessados nestas coisas do Google, podem ainda ter uma ideia de como correu a Google I/O deste ano. A página do evento é http://code.google.com/events/io/.
A Google lançou um gadget para o iGoogle que permite seguir ao pormenor toda informação sobre o Euro 2008.
Desde resultados dos jogos em tempo real a dados sobre as equipas e os jogadores. Chama-se: European Championship 2008.
A Google criou ainda um site chamado 23days onde é possível consultar informação sobre os estádios onde decorrem os jogos. Este site é complementado por uma página no YouTube.
Por último, para obter notícias rapidamente, basta consultar o Google fazendo, por exemplo «euro 2008 Portugal».
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Fundado por funcionários do Google e YouTube, este site pretende ser um manual de instruções em vídeo (e não só) de tudo o que se possa imaginar, desde mudar um pneu, aprender a fazer malabarismo ou encenar uma doença…
Como seria de esperar, está aberto a contribuições de qualquer pessoa, escrevendo manuais de instruções ou mesmo fazendo os vídeos.
Chama-se Howcast e abrange áreas tão variadas como comida, artesanato, desporto, saúde, ambiente, entre outros.
No vídeo seguinte (em inglês, mas amplamente ilustrado) pode aprender-se o que é um blog e em que contexto nasceu a ideia.
Uma das noções importantes presentes, para além da habitual referência de que está acessível a qualquer pessoa que tenha Internet, é o facto de praticamente tudo poder ser notícia para um determinado grupo de pessoas, ainda que para o resto do mundo isso seja totalmente irrelevante.
Existe vida para além do PageRank do Google e o facto de os blogs não estarem bem classificados em termos de pesquisa, pode apenas querer dizer que os seus autores estão mais preocupados com o seu conteúdo do que exactamente com a sua forma.
Uma coisa é certa: se o conteúdo for relevante, ele vai chegar às pessoas interessadas.
(Vídeo produzido por http://www.commoncraft.com/)
Depois de ter falado há uns tempos sobre a nova API do Google para criação de gráficos na Web, foi agora desenvolvido algum código para melhorar a acessiblidade desta ferramenta para pessoas com dificuldades de visão.
Apesar de facilitar a consulta de dados por pessoas com dificuldades de visão, tem vantagens também para quem constrói os conteúdos, uma vez que facilita a geração dos gráficos a partir directamente das tabelas, em vez de se passar uma série de variáveis através do URL.
Com o script em questão, uma tabela pode ser transformada de forma transparente num gráfico apenas com a inclusão de um atributo do tipo:
class=”tochart size300×100 color990000
A única coisa que há a fazer para além disto é incluir o código Javascript no final da página.
É possível definir as dimensões do gráfico e as cores, ou então utilizar as definições existentes por omissão.
Para os mais curiosos e exigentes, fica ainda a indicação de que é ainda possível percorrer o trajecto contrário, isto é, converter gráficos em tabelas.
Para quem quiser começar a experimentar já, é só fazer o download.
O trabalho é de Chris Heilmann e pode ser consultado com mais detalhe aqui e aqui.
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O site está montado e a funcionar bem. Agora, chega o momento de criar um blog e a pergunta surge naturalmente (ou não). Onde colocá-lo na hierarquia do site? Para manter a ligação à «família», não vamos contemplar o cenário de criar um URL específico, ainda que para administradores menos experientes possa ser um bom ponto de partida (ou para quem não tenha outro site!).
As outras hipóteses são um subdomínio, do género omeublog.emanueldelgado.com ou www.emanueldelgado.com/blog/.
A doutrina muitas vezes diverge e penso que, como de costume nestas coisas da Internet, o mais importante é sempre o valor do conteúdo, secundarizando sempre a forma.
Para começar, e como é sempre uma forma fácil de organizar o código e o sistema de ficheiros, eu optaria pela subdirectoria e, mais tarde, se visse vantagem nisso, mudaria para um subdomínio.
Foi assim que contruí o meu blog e verifiquei hoje que vai de encontro à opinião do Matt Cutts.
Para os mais distraídos, é óbvio que, apesar de ter dado aqui o exemplo de um blog, o mesmo se aplica a outro tipo de sites que, por um motivo ou por outro, pretendemos separar do site que está na raíz do domínio.
Uma das funcionalidades de que necessito frequentemente ao consultar o e-mail, é a listagem das mensagens que ainda não li. Por estranho que pareça, o Gmail ainda não disponibiliza essa capacidade. Contudo, existe uma forma fácil de fazê-lo. Na caixa de pesquisa, basta escrever «l:unread».
Mais uma vez o Google tenta preencher uma lacuna na Internet dos dias de hoje. Neste caso, quando se pretende apresentar informação sob a forma de gráficos. Quem já teve que fazer isto sabe que não é uma coisa tão simples quanto possa parecer. Ora, a resposta do Google para isto é o Google Chart API. É fornecida uma API que, após a submissão de um URL gerado pelo programador, devolve uma imagem com o gráfico desejado. Neste momento, o seu uso está limitado a cerca de 50.000 pedidos por dia, por utilizador. Contudo, merece o benefício da dúvida, até porque já permite a criação de vários tipos de gráficos (linha, coluna, circular, Venn e pontos).

