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Site do Jardim Zoológico de Lisboa
Agosto 13, 2008, 11:52 pm
Arquivado em: Internet, Lisboa, SEO, acessibilidade, programação, sites

Parece que o site do Jardim Zoológico de Lisboa é só para alguns. Neste caso, apenas para os que utilizem o browser Internet Explorer da Microsoft.
Chegam ao ponto de nem sequer permitir a consulta ao site, mesmo que desformatado!
Assim, para quem tenha o Internet Explorer o site é http://www.zoo.pt/
Para quem não o tenha (ou não o use) é http://www.zoo.pt/bloqueio.html
Para os utilizadores de Internet Explorer que queiram ter a sensação do que é estar desalinhado com estas coisas de mau webdesign, aqui fica a página:



Ferramentas para escrever em blogs

Os bloggers que queiram experimentar aplicações alternativas para facilitar a escrita nos seus blogs, nomeadamente através de escrita offline ou por plugin de Firefox, podem dar uma vista de olhos na lista compilada pela Smashing Magazine.



A cadeira acompanhante
Julho 5, 2008, 8:30 am
Arquivado em: Holanda, acessibilidade, ciência, new media, tecnologia

Este é um projecto do designer alemão Jelte van Geest, que apresenta uma cadeira que segue a pessoa que a requisitar, ficando à sua disposição para descansar um pouco ou ficar a ler um livro, quando lhe apetecer, sem precisar de ir à procura de um assento.

Útil também para de forma rápida e eficiente montar um conjunto de cadeiras para uma palestra ou conferência.

Fonte: 2modern



Arte em cadeira de rodas com a consola de jogos Wii
Junho 8, 2008, 4:00 pm
Arquivado em: Arte, acessibilidade, design, new media, pessoas, tecnologia

Encontrei no TED este artigo sobre um projecto que permite a pessoas em cadeiras de rodas desenhar numa tela digital com o auxílio da consola Wii, da Nintendo.

pintando em cadeira de rodas

Digital Wheel Art from YoungHyun Chung on Vimeo.



Como pagar o selo do carro.
Maio 6, 2008, 9:16 pm
Arquivado em: Internet, acessibilidade, pessoas | Tags: , , , ,

Uma vez que não me parece nada intuitivo, vou deixar aqui o link de um site com instruções sobre como pagar o selo do carro ou, se preferirem, o Imposto Único de Circulação (I.U.C): instruções.

Chama a atenção aos mais incautos que devem utilizar Internet Explorer e desbloquear os pop-ups para o site, uma vez que a nota de pagamento, supostamente, aparece segundo essa forma. Digo supostamente exactamente porque eu não desbloquei previamente os pop-ups…



Como fazer quase tudo
Fevereiro 6, 2008, 11:54 pm
Arquivado em: Arte, Google, Internet, acessibilidade, blogging, e-learning, educação, pessoas, programação, tecnologia

Fundado por funcionários do Google e YouTube, este site pretende ser um manual de instruções em vídeo (e não só) de tudo o que se possa imaginar, desde mudar um pneu, aprender a fazer malabarismo ou encenar uma doença…
Como seria de esperar, está aberto a contribuições de qualquer pessoa, escrevendo manuais de instruções ou mesmo fazendo os vídeos.
Chama-se Howcast e abrange áreas tão variadas como comida, artesanato, desporto, saúde, ambiente, entre outros.



A importância do helpdesk vem de longe…
Fevereiro 2, 2008, 12:20 am
Arquivado em: acessibilidade, livros



Maior acessibilidade da API de gráficos do Google
Janeiro 9, 2008, 2:47 pm
Arquivado em: Google, Internet, Javascript, acessibilidade

Depois de ter falado há uns tempos sobre a nova API do Google para criação de gráficos na Web, foi agora desenvolvido algum código para melhorar a acessiblidade desta ferramenta para pessoas com dificuldades de visão.

Apesar de facilitar a consulta de dados por pessoas com dificuldades de visão, tem vantagens também para quem constrói os conteúdos, uma vez que facilita a geração dos gráficos a partir directamente das tabelas, em vez de se passar uma série de variáveis através do URL.

Com o script em questão, uma tabela pode ser transformada de forma transparente num gráfico apenas com a inclusão de um atributo do tipo:

class=”tochart size300×100 color990000

A única coisa que há a fazer para além disto é incluir o código Javascript no final da página.

É possível definir as dimensões do gráfico e as cores, ou então utilizar as definições existentes por omissão.

Para os mais curiosos e exigentes, fica ainda a indicação de que é ainda possível percorrer o trajecto contrário, isto é, converter gráficos em tabelas.

Para quem quiser começar a experimentar já, é só fazer o download.

O trabalho é de Chris Heilmann e pode ser consultado com mais detalhe aqui e aqui.