Provavelmente muito dos que apenas começaram a navegar na Internet no século XX já não tiveram contacto com um dos ícones da primeira vaga do fenómeno: o Netscape. Topo de gama na altura, ao mesmo tempo que o AltaVista na pesquisa, tanto um como outro foram perdendo fulgor ao longo dos tempos, ultrapassados por uma concorrência voraz de crescimento que tenta satisfazer audiências cada vez mais ansiosas pela última inovação. No passado dia 28, a Netscape atirou a toalha.
Como última nota, de referir que a Netscape passa oficialmente o testemunho ao Firefox, da Mozilla.
Ainda que justifique uma visita propositada, é sempre um bom porto de abrigo para quem, passando perto de Pombal, pretenda tirar o estômago de misérias com comida de grande qualidade.
No restaurante ou no snack-bar, por um preço muito em conta e bom serviço, possui uma ementa muito variada e com óptima confecção.
Independentemente do que se escolha, nunca falhar o arroz de tomate!
Uma advertência: não vão ao site do restaurante porque não lhe faz a mínima justiça, antes pelo contrário… Deixo aqui a referência apenas para a informação ficar mais completa.
Contactos:
http://www.manjardomarques.com/
EN 1, km 151, Pombal (mesmo à beira da estrada, perto da bomba de gasolina)
Telefone: 236 200 960
Telemóvel:91 729 2830
paulo@manjardomarques.com
Este é um post dirigido essencialmente aos programadores, à excepção dos mais fundamentalistas, que vão achar este texto uma aberração.
Resolvi pegar no post do Jeff Atwood «Nobody Cares What You Code Look Like», que foca principalmente o caso do Bugzilla, para dissertar um pouco sobre como se classifica habitualmente a qualidade do código.
Naturalmente, é verdade que o código deve ser modular, bem comentado, precaver potenciais erros com captura de excepções e prevenir desenvolvimentos futuros nos seus modelos de construção.
Se falarmos de HTML, por exemplo, é óbvio que devemos evitar as tabelas e construir páginas com div’s, por todas as razões e mais algumas.
Contudo, a verdade é só uma: apenas a funcionalidade e o aspecto são importantes.
A funcionalidade, ou a usabilidade, porque faz com que uma aplicação seja fácil e intuitiva de se usar e, mais do que isso, útil. Hoje em dia se calhar é isso que faz as pessoas usarem mais o Gmail do que o Hotmail, para além das razões históricas.
Por outro lado, temos o buzz do momento, o Facebook, que muitos apregoam ser a próxima bolha a rebentar, mas que representa uma aplicação (quase mash-up) muita fácil de usar, tal como o é o WordPress, utilizável por qualquer pessoa para construir um blog quase sem ter quaisquer conhecimentos de programação e destas coisas da web.
Muitos outros exemplos se poderiam dar de como ser bonito e/ou fácil de usar é muito mais importante do que ter milhentas funcionalidades super interessantes para meia dúzia de geeks ou cumprir os mais rigorosos requisitos do bem programar.
Uma agência de publicidade alemã teve a ideia de fazer sentir às pessoas como funciona o alastramento do vírus da SIDA. Em feiras eróticas foram distribuídas pen-drives USB aos visitantes que, naturalmente, mal chegavam a casa, as ligavam aos seus computadores para ver o seu conteúdo. Ora as pen-drives, em substituição do tão esperado conteúdo erótico, trazia antes um vírus que despoletava uma série de avisos no computador das pessoas. Muitas vezes, os próprios «apanhados» enviavam o conteúdo aos amigos, o que despoletou uma bem-sucedida campanha de marketing viral, direccionada para o site www.stopaids.de. Um snapshot da campanha.
Finalmente consigo concordar com o Animatógrafo nalgum ponto respeitante ao Natal.
Se falei num post anterior sobre o marketing de guerrilha, aqui temos um exemplo muito perverso do que pode ser feito. Temos aqui muita psicologia invertida: acções de marketing de guerrilha contra o consumismo! E fazer, ao mesmo tempo, dinheiro com isso!!
Felicitações natalícias.
Arquivado em: Arte, Internet, blogging, pessoas, tecnologia | Tags: banda desenhada, merchandising, NASA

Este é um comic blog que acompanho há algum tempo e que vou partilhar neste espaço. Por vezes, os temas podem variar um pouco, mas, muitas, consegue colocar-me um sorriso no rosto quando (me) reconheço (n)algumas situações.
O site possui ainda uma loja onde se pode comprar artigos com base no conceito desenvolvido por este físico interessado em robótica.
Arquivado em: Internet, Pub, tecnologia | Tags: concorrência, macintosh, publicidade
Será que nem nesta época de paz e tranquilidade (alguma dúvida?) a Apple é capaz de deixar a Microsoft (no anúncio da Apple designada por PC) em paz?
Para quem nunca ouviu falar de marketing viral, este é um bom exemplo. Para quem já ouviu falar de marketing viral, este é um óptimo exemplo. Haverá alguém em Portugal com capacidade para criar eventos de publicidade e marketing com este impacto e divulgação gratuita?
Barato, inovador, eficaz… quem mais se pode dizer?
Com tudo o que isso me possa trazer de dissabores, vou revelar o meu livro de cabeceira actual. Não é o Rio das Flores nem o último do Rodrigues dos Santos. O autor é outro, Dias Cordeiro, e o título, Psiquiatria Forense.
Comprei por impulso na feira dos livros da Gulbenkian (que ainda vão a tempo de visitar!) por 7,50 €.
E é muito bom de se ler: casos práticos muito interessantes que nos mostram como nos analisam os psiquiatras, os casos que vemos nos filmes e séries e televisão tão em voga. Tudo numa linguagem muio simples e apresentando conceitos e instrumentos, para mim que sou completamente ignorante nestas áreas, perfeitamente surpreendentes, como é o caso da autópsia psicológica.
Numa altura da minha vida em que tenho tantos amigos com crianças, recomendo este site para os pais com menos inspiração, pois considero fundamental uma boa história antes de ir dormir. E enquanto as crianças ainda não lêem, aqui fica a papinha toda feita para os pais.
O design não é brilhante, mas penso que vale pelo conteúdo.
E não esquecer, todas as noites, a história do dia.
